(Fonte: Agência Brasil de Fato)
A revista IstoÉ desta semana mostra – para poucos – que a campanha eleitoral já começou e de que lado está. Para proteger o PSDB e o governador de São Paulo, José Serra, a publicação, contrariando todas as regras do jornalismo, apagou a inscrição "Fora Serra" de uma foto feita durante um protesto do MST e do MAB contra a privatização da Cesp.
Mais que isso, o resultado visual inverte o significado da imagem que traz uma placa de trânsito "Pare", como se quem devessem parar fossem os movimentos, e não as privatizações.
A adulteração de uma foto – passível de processo pelo detentor de seus direitos autorais, no caso a Folha de São Paulo – é plenamente possível hoje em dia com o uso de um programa para tratamento de imagens, como o Photoshop por exemplo, mas é prática condenada no meio jornalístico. O fato escancara o poder de influência camuflada que os meios de comunicação de massa tem para atuar como o que vem sendo chamado de "Partido da Mídia" (PM).
A foto adulterada, de autoria do fotógrafo Cristiano Machado, ilustra a matéria "O MST contra o desenvolvimento" e mostra integrantes de movimentos sociais bloqueando a rodovia Arlindo Bétio, que liga São Paulo a Mato Grosso do Sul e Paraná, em protesto contra a privatização da Cesp (Companhia Energética de São Paulo), no dia 24 de março.
A legenda diz "A exemplo do que ocorreu em São Paulo, em protesto contra a privatização da Cesp, os sem-terra prometem parar estradas em todo o país nos próximos dias".
A reportagem assinada por Octávio Costa e Sérgio Pardellas criminaliza os movimentos sociais sustentando que "os sem-terra ameaçam empresas e investimentos que geram empregos e qualidade de vida", sem mencionar que a Aracruz Celulose, a Monsanto, a Cargill, a Bunge e a Vale – citadas pela matéria como exemplos de empresas prejudicadas – respondem a acusações de destruição do meio ambiente, desrespeito aos direitos de povos tradicionais, como quilombolas e indígenas, e exploração de trabalhadores. A matéria tenta desautorizar o MST como um ator político que vá além da luta pela reforma agrária. Diz que "desde 2006, o MST lidera ataques à globalização, ao neoliberalismo e às privatizações – algo que nada tem a ver com a sua luta original".
Nada é por acaso
A editora Três, que publica a revista IstoÉ, é controlada pelo acionista majoritário do banco Opportunity, Daniel Dantas. O banqueiro tem ligações com fundos de pensões, além de uma participação ativa no processo de privatizações de estatais sobretudo durante o governo de Fernando Henrique Cardoso. Em 2007, Dantas superou a concorrência da Rede Record e comprou 51% das ações da editora Três, que estava à beira da falência.
O banqueiro tem uma trajetória de proximidade com outros partidos de direita como o DEM, sobretudo com o falecido político baiano Antonio Carlos Magalhães. Também foi sócio do publicitário tucano Nizan Guanaes. Por diversas vezes, foi alvo de investigações e respondeu a crimes como espionagem e formação de quadrilha. Quando estava à frente da Brasil Telecom, foi acusado de contratar a empresa Kroll para espionar a Telecom Italia.
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quinta-feira, 10 de abril de 2008
segunda-feira, 17 de março de 2008
MSM vai ao MP contra o PIG pela suposta epidemia de febre amarela
A ONG "Movimento dos Sem Mídia" protocola nesta segunda-feira, dia 17, uma representação no Ministério Público Federal contra o alarmismo da mídia ao noticiar uma suposta epidemia de febre amarela no Brasil.
O presidente da ONG Eduardo Guimarães disse em entrevista ao Conversa Afiada que o objetivo é que o MP investigue o papel dos meios de comunicação na divulgação de casos de febre amarela (clique aqui para ouvir o áudio).
"Vamos pedir ao Ministério Público que investigue a nossa teoria. Estamos oferecendo elementos para eles, que é o noticiário, vídeos de programas e telejornais, matérias de jornal. E estamos pedindo ao Ministério Público que investigue", disse Guimarães.
Segundo Eduardo Guimarães os principais focos da representação são: Organizações Globo, Grupo Estado, Grupo Folha, Editora Abril, Correio Braziliense, Jornal do Brasil, Veja e IstoÉ.
Guimarães disse que a imprensa deu uma repercussão exagerada aos casos de febre amarela e provocou um alarmismo entre a população. Segundo ele, essa postura da mídia provocou pelo menos uma morte.
"Essa pessoa não iria viajar para nenhuma área de risco, tinha um organismo incompatível com a vacina e, assustada pelo noticiário alarmista... De fato houve um alarmismo reconhecido pelo ombudsman da Folha de S. Paulo, reconhecido até pela própria Folha de S. Paulo, num editorial dizendo que a hipótese de epidemia tinha sido magnificada pela mídia", disse Guimarães.
Guimarães comparou o episódio da febre amarela deste ano com a epidemia que ocorreu em 2000. Segundo ele, naquele ano o Ministério da Saúde confirmou 85 casos e 40 mortes causadas pela febre amarela. "E você nota que lá atrás não foi feito alarmismo nenhum. E hoje foi feito uma verdadeira guerra na imprensa, dizendo que haveria essa epidemia", disse Guimarães.
Eduardo Guimarães disse que se a investigação do MP provar que a imprensa provocou um alarmismo na população, a ONG "Movimento dos Sem Mídia" vai pedir, na Justiça, o ressarcimento do erário público, que gastou com vacinas e atendimento hospitalar a pessoas que tiveram problemas causados pela vacina.
(Do site Conversa Afiada. Clique no link para ler também a íntegra da entrevista com Eduardo Guimarães)
O presidente da ONG Eduardo Guimarães disse em entrevista ao Conversa Afiada que o objetivo é que o MP investigue o papel dos meios de comunicação na divulgação de casos de febre amarela (clique aqui para ouvir o áudio).
"Vamos pedir ao Ministério Público que investigue a nossa teoria. Estamos oferecendo elementos para eles, que é o noticiário, vídeos de programas e telejornais, matérias de jornal. E estamos pedindo ao Ministério Público que investigue", disse Guimarães.
Segundo Eduardo Guimarães os principais focos da representação são: Organizações Globo, Grupo Estado, Grupo Folha, Editora Abril, Correio Braziliense, Jornal do Brasil, Veja e IstoÉ.
Guimarães disse que a imprensa deu uma repercussão exagerada aos casos de febre amarela e provocou um alarmismo entre a população. Segundo ele, essa postura da mídia provocou pelo menos uma morte.
"Essa pessoa não iria viajar para nenhuma área de risco, tinha um organismo incompatível com a vacina e, assustada pelo noticiário alarmista... De fato houve um alarmismo reconhecido pelo ombudsman da Folha de S. Paulo, reconhecido até pela própria Folha de S. Paulo, num editorial dizendo que a hipótese de epidemia tinha sido magnificada pela mídia", disse Guimarães.
Guimarães comparou o episódio da febre amarela deste ano com a epidemia que ocorreu em 2000. Segundo ele, naquele ano o Ministério da Saúde confirmou 85 casos e 40 mortes causadas pela febre amarela. "E você nota que lá atrás não foi feito alarmismo nenhum. E hoje foi feito uma verdadeira guerra na imprensa, dizendo que haveria essa epidemia", disse Guimarães.
Eduardo Guimarães disse que se a investigação do MP provar que a imprensa provocou um alarmismo na população, a ONG "Movimento dos Sem Mídia" vai pedir, na Justiça, o ressarcimento do erário público, que gastou com vacinas e atendimento hospitalar a pessoas que tiveram problemas causados pela vacina.
(Do site Conversa Afiada. Clique no link para ler também a íntegra da entrevista com Eduardo Guimarães)
sexta-feira, 7 de março de 2008
E o PIG não vai protestar contra a agressão de jornalistas?
(Fonte: Diário Gauche)
Há cerca de 60 horas profissionais da imprensa, jornalistas, cinegrafistas e fotógrafos, foram agredidos fisicamente e impedidos de exercer a sua profissão no município de Rosário do Sul (RS). Neste local, houve protesto de bravas mulheres agricultoras da Via Campesina contra a ilegalidade da posse da terra por parte da papeleira Stora Enso e por esta empresa finlandesa provocar danos ao equilíbrio ambiental com monocultivo extensivo de eucalipto. A polícia militar do governo tucano de Yeda Crusius reprimiu duramente as manifestantes e os jornalistas que registravam os fatos. Um deles chegou a ser algemado ilegalmente por algum tempo, preso a uma viatura policial.
Pois, mesmo passadas tantas horas, não se viu, leu ou ouviu nenhum representante do PIG protestar ou ao menos se solidarizar com os jornalistas agredidos. A repressão policial do governo tucano no Rio Grande do Sul por acaso não viola o direito da livre expressão da imprensa? Ou quem sabe o governo de Yeda Crusius exerce algum tipo de censura sobre a "imprensa livre" do Estado e do País?
Há cerca de 60 horas profissionais da imprensa, jornalistas, cinegrafistas e fotógrafos, foram agredidos fisicamente e impedidos de exercer a sua profissão no município de Rosário do Sul (RS). Neste local, houve protesto de bravas mulheres agricultoras da Via Campesina contra a ilegalidade da posse da terra por parte da papeleira Stora Enso e por esta empresa finlandesa provocar danos ao equilíbrio ambiental com monocultivo extensivo de eucalipto. A polícia militar do governo tucano de Yeda Crusius reprimiu duramente as manifestantes e os jornalistas que registravam os fatos. Um deles chegou a ser algemado ilegalmente por algum tempo, preso a uma viatura policial.
Pois, mesmo passadas tantas horas, não se viu, leu ou ouviu nenhum representante do PIG protestar ou ao menos se solidarizar com os jornalistas agredidos. A repressão policial do governo tucano no Rio Grande do Sul por acaso não viola o direito da livre expressão da imprensa? Ou quem sabe o governo de Yeda Crusius exerce algum tipo de censura sobre a "imprensa livre" do Estado e do País?
Mídia colombina
(Fonte: Fazendo Media)

Carlos Latuff fez este desenho durante encontro com o vice-ministro de Relações Exteriores da Venezuela, no Rio. Com um detalhe: uma semana antes de o narco-presidente Álvaro Uribe, apoiado pelo regime terrorista de Bush, violar a soberania do Equador e assassinar 18 guerrilheiros das Farc, incluindo Raul Reyes, porta-voz que negociava nova libertação de reféns. Mas para as corporações de mídia brasileiras, a culpa é do Chávez. Não deve ser à toa que o repórter da TV Globo informa de Buenos Aires o que acontece na fronteira norte do Brasil.
É muito mais cômodo - e interessante aos desígnios do império - tratar as Farc como um bando de traficantes e assassinos sanguinários. Embora televisões na Europa tenham divulgado entrevistas do próprio Raul Reyes e outros integrantes das Farc, aqui no Brasil o público nem mesmo tem esse direito. Deve acreditar no que diz a mídia que apoiou a ditadura de 64 e ponto. Talvez para evitar que a gente descubra que o objetivo das Farc é político: "Buscamos a pátria grande e o socialismo. Queremos uma nova Colômbia, queremos justiça social", disse Reyes ao Canal Nova, da Holanda, no final do ano passado.
Não acreditar no que diz Reyes é muito diferente de impedir a veiculação de sua mensagem. Mas é justamente este o procedimento ditatorial dessa mídia que se diz democrática; não apenas com Reyes, mas com os movimentos sociais, com as discussões sobre uma outra política econômica possível ou nas áreas de cultura e educação, entre outras. Toda proposta que busca a transformação do sistema é prontamente silenciada.
Até as crianças colombianas sabem que o governo Uribe é financiado pelo narcotráfico e sustentado pelos terroristas de Washington, mas não o povo brasileiro. Aliás, até uma universidade estadunidense já divulgou documentos que mostram essas ligações. Veja, não é uma universidade venezuelana, mas estadunidense! A cobertura da mídia brasileira é tão vergonhosa, mas tão vergonhosa, que a "reportagem" do Jornal da Globo de ontem classificou as Farc como grupo terrorista, o que nem o governo brasileiro faz. Mas isso é compreensível. Desde que nasceu, a Globo esteve vinculada a Washington e, se o regime terrorista de Bush (que já matou diretamente milhares de pessoas no Iraque e Afeganistão e outras tantas indiretamente ao redor do mundo) classifica as Farc como terroristas, isto é suficiente.
Mais uma vez é preciso afirmar: o cidadão que se informa exclusivamente pela mídia terrorista jamais compreenderá a realidade que o cerca.

Carlos Latuff fez este desenho durante encontro com o vice-ministro de Relações Exteriores da Venezuela, no Rio. Com um detalhe: uma semana antes de o narco-presidente Álvaro Uribe, apoiado pelo regime terrorista de Bush, violar a soberania do Equador e assassinar 18 guerrilheiros das Farc, incluindo Raul Reyes, porta-voz que negociava nova libertação de reféns. Mas para as corporações de mídia brasileiras, a culpa é do Chávez. Não deve ser à toa que o repórter da TV Globo informa de Buenos Aires o que acontece na fronteira norte do Brasil.
É muito mais cômodo - e interessante aos desígnios do império - tratar as Farc como um bando de traficantes e assassinos sanguinários. Embora televisões na Europa tenham divulgado entrevistas do próprio Raul Reyes e outros integrantes das Farc, aqui no Brasil o público nem mesmo tem esse direito. Deve acreditar no que diz a mídia que apoiou a ditadura de 64 e ponto. Talvez para evitar que a gente descubra que o objetivo das Farc é político: "Buscamos a pátria grande e o socialismo. Queremos uma nova Colômbia, queremos justiça social", disse Reyes ao Canal Nova, da Holanda, no final do ano passado.
Não acreditar no que diz Reyes é muito diferente de impedir a veiculação de sua mensagem. Mas é justamente este o procedimento ditatorial dessa mídia que se diz democrática; não apenas com Reyes, mas com os movimentos sociais, com as discussões sobre uma outra política econômica possível ou nas áreas de cultura e educação, entre outras. Toda proposta que busca a transformação do sistema é prontamente silenciada.
Até as crianças colombianas sabem que o governo Uribe é financiado pelo narcotráfico e sustentado pelos terroristas de Washington, mas não o povo brasileiro. Aliás, até uma universidade estadunidense já divulgou documentos que mostram essas ligações. Veja, não é uma universidade venezuelana, mas estadunidense! A cobertura da mídia brasileira é tão vergonhosa, mas tão vergonhosa, que a "reportagem" do Jornal da Globo de ontem classificou as Farc como grupo terrorista, o que nem o governo brasileiro faz. Mas isso é compreensível. Desde que nasceu, a Globo esteve vinculada a Washington e, se o regime terrorista de Bush (que já matou diretamente milhares de pessoas no Iraque e Afeganistão e outras tantas indiretamente ao redor do mundo) classifica as Farc como terroristas, isto é suficiente.
Mais uma vez é preciso afirmar: o cidadão que se informa exclusivamente pela mídia terrorista jamais compreenderá a realidade que o cerca.
quarta-feira, 5 de março de 2008
Colômbia x Equador: vamos brincar de juntar pecinhas?
- No sábado, 1º/03, tropas colombianas invadiram o Equador e assassinaram 15 guerrilheiros das Farc que estavam acampados na amazônia equatoriana, a 1800m da fronteira com a Colômbia. Um dos guerrilheiros assassinados foi Raúl Reyes, o "número dois" e um dos mais moderados membros das Farc. Reyes defendia o diálogo e negociava pessoalmente a liberação de 11 reféns junto a representantes de países como França, Espanha e Suiça.
- Para o Ministério das Relações Exteriores da França, a morte de Raúl Reyes é uma má notícia para o andamento das negociações, cuja existência Álvaro Uribe, presidente da Colômbia, alegou desconhecer. O ministério desmentiu o presidente colombiano. Uribe não só sabia, como havia concordado. A libertação dos prisioneiros estava sendo planejada para este mês, no Equador.
- Dentre os reféns cuja libertação se negociava está a franco-colombiana Ingrid Bettancourt, ex-senadora e ex-candidata à presidência da Colômbia e adversária de Uribe. A libertação da ex-senadora e a perspectiva de negociações de paz com as Farc não seriam nada boas para os planos do presidente de mudar a Constituição e disputar o terceiro mandato. Já é a segunda vez que Uribe frustra uma iminente libertação de Ingrid.
- Álvaro Uribe é um aliado útil e manipulável dos EUA, e a Colômbia, além da conveniente vizinhança com a "arqui-inimiga" Venezuela, ainda está em área estratégica no que diz respeito a petróleo e água. Dois dias antes do "incidente", um chefe militar americano esteve em Bogotá para "compartilhar informação vital sobre a luta contra o terrorismo". Ontem, 4/03, George Bush declarou seu apoio à Colômbia e "agradeceu" Uribe por sua "ação forte" no caso.
- Para quem acompanha a cobertura do acontecido apenas pela grande mídia tradicional (a.k.a. PIG), a Colômbia é a vítima, o Equador acoberta criminosos, o Brasil é um bundão e a culpa de tudo, surpreendentemente, dessa vez não é do Lula, é de Chávez.
Para saber mais:
Blog Cidadania.com
Blog Democracia e Política
Agência Carta Maior
Direto da Redação
- Para o Ministério das Relações Exteriores da França, a morte de Raúl Reyes é uma má notícia para o andamento das negociações, cuja existência Álvaro Uribe, presidente da Colômbia, alegou desconhecer. O ministério desmentiu o presidente colombiano. Uribe não só sabia, como havia concordado. A libertação dos prisioneiros estava sendo planejada para este mês, no Equador.
- Dentre os reféns cuja libertação se negociava está a franco-colombiana Ingrid Bettancourt, ex-senadora e ex-candidata à presidência da Colômbia e adversária de Uribe. A libertação da ex-senadora e a perspectiva de negociações de paz com as Farc não seriam nada boas para os planos do presidente de mudar a Constituição e disputar o terceiro mandato. Já é a segunda vez que Uribe frustra uma iminente libertação de Ingrid.
- Álvaro Uribe é um aliado útil e manipulável dos EUA, e a Colômbia, além da conveniente vizinhança com a "arqui-inimiga" Venezuela, ainda está em área estratégica no que diz respeito a petróleo e água. Dois dias antes do "incidente", um chefe militar americano esteve em Bogotá para "compartilhar informação vital sobre a luta contra o terrorismo". Ontem, 4/03, George Bush declarou seu apoio à Colômbia e "agradeceu" Uribe por sua "ação forte" no caso.
- Para quem acompanha a cobertura do acontecido apenas pela grande mídia tradicional (a.k.a. PIG), a Colômbia é a vítima, o Equador acoberta criminosos, o Brasil é um bundão e a culpa de tudo, surpreendentemente, dessa vez não é do Lula, é de Chávez.
Para saber mais:
Blog Cidadania.com
Blog Democracia e Política
Agência Carta Maior
Direto da Redação
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Farc,
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Venezuela
segunda-feira, 3 de março de 2008
Cobertura compreensivelmente míope
fonte: www.fazendomedia.com
Então ficamos assim: o exército colombiano invade o Equador, executa 15 guerrilheiros das Farc enquanto dormiam e as corporações de mídia ensinam que o malvado da história é o presidente da Venezuela. Detalhe: o repórter da TV Globo tem informado sobre o conflito das Farc com o governo colombiano de... Buenos Aires. Depois não sabem porque cada vez menos pessoas acreditam no que publicam.
Então ficamos assim: o exército colombiano invade o Equador, executa 15 guerrilheiros das Farc enquanto dormiam e as corporações de mídia ensinam que o malvado da história é o presidente da Venezuela. Detalhe: o repórter da TV Globo tem informado sobre o conflito das Farc com o governo colombiano de... Buenos Aires. Depois não sabem porque cada vez menos pessoas acreditam no que publicam.
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